Tema 1 - Texto 1 e 2 - Concepção de novas ferramentas de formação

A sociedade atual, coloca novos desafios aos cidadãos. Para os enfrentar, é preciso estar preparado, dominar novas competências, entre elas as digitais. Não as dominar é tornar-se um excluido, sentir-se marginalizado, e rápidamente incapaz e inadaptado.

É assim urgente, ensinar desde logo nas escolas a utilização das novas tecnologias.

No entanto, como é que uma geração que não teve iniciação, não é nativodigital, obtem competências para ensinar e orientar as novas gerações?

Ser professor nos nossos dias, implica dominar, ter competencias, para o uso das mais diversas ferramentas que estão atualmente ao dispor para uso dos utilizadores do espaço web.

Dominar a informação, isto é; saber procurar, intrepertar, investigar, recontruir e comunicar a informação é fundamental. Esta tarefa é meritória, e é da responsabilidade de quem ensina, tornar os individuos autonomos e livres. Mas é ainda tarefa de todos, pois a velocidade a que surgem novas formas de comunicação e informação, obriga a uma aprendizagem constante, a uma actualização permanente das competencias adquiridas.

O ensino tem de se adaptar a novos paradigmas das transmissão do conhecimento, e saber utilizar as ferramentas disponiveis.

O Paradigma construtivista, faz com que o professor seja cada vez mais o facilitador dos processos para o aprendizado. Como um treinador, tem de fazer surgir no educando os processos fundamentais para a sua autonomia e criatividade.

Héldr Alberto

Comentários

  • Clara Cardoso Pereira há 1752 dias

    Olá, Helder.

    Concordo que a escola deve fomentar o uso das novas tecnologias mas, infelizmente, não é isso que se vê diariamente. Há escolas onde o acesso à Internet é restringido, onde os professores são desencorajados de recorrer a instrumentos de avaliação alternativos (como disponibilizar atividades ou testes para avaliação de realização online, mesmo que seja na sala de aula) ou onde sejam colocadas dificuldades à utilização de trabalhos construidos de forma colaborativa, como blogues ou wikis.

    Penso que muitos professores e direções de escolas ainda vêem nas novas tecnologias e no multimédia uma ameaça à sua prática pedagógica ou como sendo sinónimo de facilitismo, o que é obviamente um disparate.

  • Ribães há 1752 dias

    Não deixa de ser caricato algumas das "caricaturas" apresentadas pelos caríssimos intervenientes, o que bem mostra que a vivencialidade de/e em múltiplos "Bas" tem inferência nos resultados finais, não só ao nível das perspetivas mas também do bom uso/aplicação prática das ferramentas digitais ao dispor de todos. Falta-me neste momento é saber, o que é entendido por "novas" ferramentas de formação, pois no meu caso concreto já utilizo as presentes e as outroras "novas ferramentas" desde há 25 anos para cá. Entre um passado recente e a atualidade, muita coisa mudou - é um facto, mas de igual modo, muita coisa se tem arrastado igual, mudando somente a estética, que se tem mostrado francamente muito mais "end-user friendly". Todavia, entre os "verbos" e os "predicados" que se vão indo abater por estes mundos digitais e de redes, aquilo que vai continuando muito a faltar por estes dias, não sendo somente "escrever bem o português" e "cultura geral-e-ó-especifica", é também uma grande dose de mentes criativas para "dar a volta" por cima quando o estado de coisas aparentemente nos é mostrado com alguma dificuldade acrescida ou até de alguma complexidade indefinida no que tange ao confronto das quatro permissas das SWOT´s que eventualmente possam ser alavandadas em qualquer contexto mais geral e/ou especifico. E isto "it is much more beyond" das ideias construtivistas de antigos paradigmas ultrapassados. Fazendo recair em tom de paralelismo-oportuno com a parte do "plágio" também neste fórum debatido, alertamos que estas questões de "reconstrução" e de supostos "dominios" de informação faz-nos revivenciar e ir ao encontro dos velhos copistas, a quem se dizia tudo num determinado sentido e os mesmos escreviam ao tudo ao contrário. O Homem ainda hoje (séc. XXI - ano 2014), está a tentar desenvencilhar-se de muitos assuntos (erros) criados antes de Guttemberg no que tange aos aspetos da ciência, e já estamos a "criar" novas situações de embaraço para a própria ciência e para a vida de todas as pessoas com estes assuntos dos digitais, das redes e das plataformas colaborativas. Uma coisa é certa, não será com os conteúdos digitais [subentenda-se bonitos conteúdos] que iremos formar, "educar", ensinar quem quer que seja, se as pessoas em primeira instância não souberem escrever e ler corretamente, pois os computadores não ensinam isto, nem tão pouco nos sugerem como deveremos ultrapassar estas e outras questões de maior dimensão e profundidade, por outro lado, e transmigrando as ideias para um exemplo dos perigos dos atuais copistas[que puderemos chamar até aqui as questões dos facilitismos] e das tais "reconstruções" das aludidas informações, que encontrei recentemente um livro de um estimado professor universitário que profere nos interlúdios das suas dedicatórias e da apresentação do índice do seu livro uma suposta "composição" de circunstância de Marcel Proust [MP], quando em resumo vamos a verificar nos nossos processos de "investigação" quadrangulada, que afinal de contas não tinha sido o dignissimo "prosador francês" a dizer tais bonitas partituras mas sim um blog de uma carissima humana que resolveu postar uma bonita "composição" de letras com o nome de MP e que teria visto na internet em algures no tempo e no espaço relacionado de 2008 e que vem até aos nossos dias de forma totalmente enviesada e que deu honras de abertura do livro do dignissimo doutor em gestão de empresas com especialidade em contabilidade conferido pela mais antiga universidade portuguesa, ou ainda, e para terminar, o exemplo que nos é oferecido pelo presente livro que andamos a ler "A Arte da Guerra" em que na nota de abertura nos chama atenção que o mesmo é uma obra traduzida do inglês. mas que e contudo não nos diz a sua fonte. Contactada a Editora sobre tamanha ausência, a mesma sabe que o livro foi traduzido mas não sabe qual é a obra!? (só sabe a tradutora?! - questiono-me) Podem pasmar-se todos aqueles que nos leem, mas isto é assim tal e qual, atendendo que à minha exposição escrita ninguém respondeu, e atendendo ao meu contacto telefónico para a Editora, dentro da mesma ninguém sabe responder, deixando sempre para um qualquer dia mais à frente de uma resposta esperada e que nunca mais chega - e estão a bater aí os 30 dias ou estarão quiça, à espera que o Pai Natal nos traga boas noticias no seu carrinho de trenó português, pois não poderá ser aquele que se vê nos filmes dos pequenos adultos (aqueles que sabem muito mais do que nós em tecnologias pois nasceram com elas "os tais digital nativos referidos" e que agora os professores se vem à nora para lhes ensinar o quer que seja) em que o trenó atinge velocidades supersónicas!. In short, será de todo necessário, primeiro comprender se aquilo que estamos é "informação" ou são "dados", se é "conhecimento" ou é "sabedoria" é que as coisas, os conceitos são completamente diferentes.