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competências digitais que os professores devem possuir e qual o papel que as tecnologias digitais

Num dos documentos fala-se do termo “flexibilidade cognitiva “no qual o professor terá um papel de mediador. Assim, a nossa irá sofrer uma metamorfose. Deixaremos de ser transmissores” e passaremos a ser “consultores”.

“As múltiplas abordagens”, sem orientação, levarão necessariamente a um confronto de ideias o qual trará alguns benefícios aos alunos. Estes terão necessariamente que reforçar o seu poder argumentativo assim como outras características que a informação “completa e acabada” não potencia.

Citação do segundo documento: “Há a necessidade de utilizar competências avaliativas semelhantes na busca de informação na Internet…informação em vários formatos.” (Pág. 8)

Ao ler-se este documento fica-se com uma profunda convição que os docentes terão de, em primeiro lugar, conhecer os diversos recursos da internet e reconhecer nos mesmos “mais valias” para os seus utilizadores. Simultaneamente, estes profissionais tem de criar competências avaliativas sobre os mesmos que lhe possam permitir assumir o papel de mediadores supracitado. #ecoimooc15t1

Comentários

  • Paulo teixeira de sousa há 1676 dias

    Olá Rifaustino, o que seria"criar competências avaliativas "?

  • Rifaustino há 1676 dias

    olá. Na minha opinião nós deveremos estar preparados, não para filtrar pois tal é impossível, mas TEMOS de, face a uma proposta de pesquisa apresentada, conseguir dar um parecer sobre o recurso apresentado. (ter a competência de avaliar o seu conteúdo) mas como o fazer se não o conhecermos minimamente?

    espero ter conseguido apresentar a minha ideia.

  • @na correi@ há 1676 dias

    Olá Rifaustino,

    Um facto: para utilizar em pleno as ferramentas que a Internet disponibiliza e torná-las fontes  de aprendizagem o papel do professor e do aluno têm que mudar.

    Vários problemas:

    1. sabemos o que mudou e como é que isso afeta a escola?

    2. sabemos aceitar que a mudança implica transformação e não transferência de plataformas de trabalho?

    3. temos consciência que isso poderá por vezes implicar desafiar o estabelecido: os curriculos, as dinâmicas de trabalho, a própria estrutura física da sala, as relações de aprendizagem, a forma de nos relacionarmos com os alunos e com a comunidade?

    4. sabemos ativar  as competências que temos (porque muitas delas já as deveriamos ter antes e para além da emergência digital) nos novos contextos?

    5. percebemos que educar para as tecnologias não é exclusivamente tecnológico mas profundamente intelectual e criativo?

    Não sei se a resposta é exclusivamente conhecer os diversos recursos da Internet, até porque abarcá-los todos é impossível (sei que o professor sofre dessa dificuldade em aceitar que não sabe nem pode saber tudo - talvez seja essa a primeira aprendizagem a fazer). Certamente será lidar com eles e perceber que muitas vezes teremos que conviver com coisas que não conhecemos, não sabemos mas ativar as competências que temos para descobri-las e aprende-las. Um trabalho de ensino-aprendizagem bem sucedido será aquele em que transferimos para os alunos essas mesmas competências... digo eu...

    Um abraço,

    ana

  • Fatima_S. há 1676 dias

    Olá Ana!

    Concordo consigo. Smile

    Primeiramente há que tomar consciência das nossas competências,( ou das suas lacunas e trabalhar para as colmatar), ativar as que possuimos, usá-las, e só depois poderemos orientar os alunos para a sua descoberta e uso. 

    As novas tecnologias não são apenas  novas plataformas de trabalho, de comunicação, ou de pesquisa. São outra forma de viver, conviver, estudar, trabalhar, encontrar pensar, e agir. Mudam constantemente e mudam a sociedade. Há que pensá-las e pensar no que queremos delas, e como as usar. Daí que "a educação para as tecnologias não é exclusivamente tecnológica, mas profundamente intelectual e criativa" como refere .#ecoimooc15t1 

     

  • Rifaustino há 1675 dias

    olá Ana.

    As questões que coloca fazem-me refletir sobre uma questão que considero ainda mais profunda:

    Qual a nossa postura perante a vida?

    Somos, por natureza seres lutadores? (a nossa última grande luta foi o 25 de abril...)

    Seres optimistas? Que se abram jornais ou vejam notícias televisivas e aí temos a resposta.

    Procuramos cultura? Que se consulte a estatísticas televisivas…

    Pensamos: o que podemos fazer pelo país? Ou pensamos: o que o país pode fazer por nós? (maioria pensa da segunda forma)

     

    Tento assim demonstrar que é essencial mudar, em primeiro lugar, mentalidades e depois então estaremos preparados para a(s) mudança(s) estruturais necessárias de que fala.

    Mas por onde devemos começar?

    A resposta, longe de simples, passará por cada um de nós sentir essa necessidade e depois fazê-la sentir aos outros.

     

    Cump.

    ricardo #ecoimooc15t1