ATELIÊ DE ARTES PARA CRIANÇAS - "A NOSSA CASA"

ATELIÊ A NOSSA CASA

Titulo alternativo:

 “O Lar visto por uma criança” ou “A observação da criança sobre o Lar” ou “O Lar sob o ponto de vista infantil” ou “a visão infantil do Lar”.


a)  Conteúdos a explorar:

 

A partir do 4º e 5º ano de vida, as experiências relacionadas com o corpo vão construir o esquema corporal próprio de maneira totalmente individual.  A partir do movimento e das ações que realiza, a criança conhece seu próprio corpo e possibilidades permitindo maior precisão e consciência da situação, do tempo e do espaço, facilitando o brincar.

Nessa fase o professor(a), a partir de jogos, desenho, escrita e simbolismo, ajuda a criança a compreender o mundo apesar de ainda apresentar dificuldade de distinguir o que é natural do que é artificial,  distinguir entre a finalidade e a consequência, tendendo a valorizar somente seu ponto de vista pessoal sem conseguir ainda abranger as situações como um todo.

Assim, os conteúdos para a infância devem respeitar a sua individualidade e exigir a atenção para as reações e manifestações da criança e assim, poder conhecê-la e reconhecer suas necessidades, potencialidades e desenvolver um vinculo afetivo, condição essencial para o sucesso. É fundamental também oferecer opções ao invés de simplesmente proibições, evitando o “NÃO” como resposta, fornecendo alternativas à ação ou reação indesejada da criança.

O ensino de Arte às crianças deve ser adequado à sua idade e não com técnicas apuradas de história da arte, análise de artistas, de várias áreas da expressão cultural, etc. A criança não deve ser encarada como um adulto em miniatura.

 O objetivo é proporcionar aos alunos atividades de exploração, integração e de interação através das vivências em atividades artísticas – Artes Visuais, que se pretendem sejam transdisciplinares sobre os papeis sociais que desempenham no lar, na escola, com os amigos e na sociedade em geral. Num contexto de vida integrado – “O Lar, A Casa, A Família e O Individuo”.

Usar os meios de comunicação verbal, de escrita, gestual e construir uma poética visual com o uso também de tecnologias e artefatos digitais com os quais estejam familiarizados e interagir uns com os outros, aplicando o discurso positivo e respeitando a lei da atração, identificar os papeis sociais e os relacionamentos dos membros da família das crianças, por exemplo: o pai, a mãe, o filho, o irmão, os avós, etc.

Pretendo com a apresentação deste trabalho, em aula, no ateliê de Artes para Crianças – O Ateliê “A Nossa Casa” fazer um trabalho sobre a representação de papeis sociais, familiares, desenvolvidos por crianças e sob o seu ponto de vista infantil.

O grupo será constituído por 20 alunos de 7 a 12 anos, filhos de funcionários da USP e de moradores na região. Este ateliê concentra crianças que residem numa favela próxima da Universidade de São Paulo e que diariamente são confrontadas com situações de violência na comunidade.

 

b) Competências a desenvolver nos alunos:

 

PROGRAMA RESUMIDO:

A oficina de artes é aplicada à concepção, execução e avaliação contínua de diversas atividades. Entre elas:

Livro de assinaturas e de presenças nas aulas;

Trabalhos de pesquisa na internet, imagens, texto e redação;

 Trabalhos sobre o lar, a família, os amigos, os professores, etc. utilizando várias técnicas das artes visuais, tais como a fotografia, gravura, a pintura, o desenho, a escultura em barro ou massa de modelar, etc.

Desenhos de mantras coloridos, pesquisados na internet ou feitos segundo a criatividade de cada aluno para depois meditarem por 1 ou 2 minutos individualmente e mais tarde, no final da aula, o grupo selecionar democraticamente um mantra com o qual irá meditar em conjunto 1 minuto ou dois também.

Desenhos inspirados em sons, que poderão ser executados em programas onde as crianças se sintam confortáveis, Paint, Tux Paint, Magic Desktop 9 (por exemplo), utilizando diversos materiais/objetos sonoros, celulares ou computadores portáteis (laptops). 

Jogos teatrais de improviso, por exemplo, o jogo da estátua, imitação dos animais - Jogo dos animais, etc.

Trabalhos com a voz e  expressão corporal, integrando sons e movimentos;

Dramaturgias do lar, com estudo de representação dos papeis todos, incluindo amigos e vizinhos;

Construção de cenários representando os lugares da casa, do jardim, etc.

Filmagens e ou fotografias das performances efetuadas pelos alunos.

FECHAMENTO DO CURSO:

Exposição dos trabalhos das crianças e de fotografias dos ateliês, projeção de um vídeo feito ao longo do Curso.

Teatro sobre o tema trabalhado no curso, com a presença, participação e colaboração dos familiares e culminando numa festinha e um agradecimento a todos pela participação no projeto.

Uma peça de teatro que pode ser de animação, contemporâneo, etc.

 

c) Objetivos da aprendizagem: 

 

As condutas positivas que este ateliê se propõe consolidar destaca-se na apreensão dos diversos papeis sociais que serão apreendidos criativamente pelas crianças, com recurso a diversos materiais, entre eles os recursos digitais com que estejam familiarizados ou não.

PRINCÍPIOS GERAIS:

NORMAS SOCIAIS:

São condutas direcionadas aos membros dos papeis sociais.

A conduta do papel social da mãe em relação ao filho:  educar o filho, sustentar o filho, cuidar do filho, garantir a sua segurança, assegurar a sua educação, assegurar o seu bem estar, cuidar da sua alimentação, etc.

Existem normas sociais para todos os papeis.

 

POSIÇÃO SOCIAL:

Posição social é o lugar que o individuo ocupa em determinado espaço social.

O papel social faz referência aos padrões de comportamento que alguém deve  apresentar porque ocupa uma posição.

A posição de mãe tem que ter os comportamentos inerentes à representação do papel de mãe.

 

PAPEL SOCIAL:

“É o script do ator”...Todos os comportamentos que um individuo deve desempenhar em relação a outro membro de papel social que se refere a ele, como por exemplo: mãe -> filho, estudante -> professor, etc.

O papel social refere-se ao valor estipulado pelo grupo a um papel determinado. O papel social é transmitido de geração em geração através do processo de socialização, empreendido durante as experiências de interação com outras pessoas. Esta aprendizagem envolve dois aspetos segundo Ferrari[1]:

a)- Aprender a desempenhar os deveres e a reivindicar os privilégios do papel;

b)- Adquirir atitudes, sentimentos e expectativas apropriadas ao papel, por exemplo:

c)- Atitudes do papel de mãe: Ser responsável pela proteção, alimentação, educação dos filhos, amar os filhos e demonstrar carinho;

d)- Expectativas do papel de mãe: Receber carinho e respeito.

 

EXPECTATIVAS DE PAPEL:

O que cada um espera do outro. Esses comportamentos já são esperados do membro de papel, são comportamentos padrão.

O que cada um espera de mim?

O que cada um espera que o outro faça?

O aluno enquanto filho, o que espera que a mãe faça?

O aluno enquanto amigo, o que espera que o amigo faça?

Etc.

Ele vai sempre fazer um papel.

 

CONCEITO DE PAPEL SOCIAL:

Roger Brown[2]“Papel social é um termo de conotação psicológica e que possui também um sentido teatral no aspecto de que as pessoas são atores dos papeis sociais que desempenham. Atores são seres humanos, um papel social é cenário que prescreve certas ações; um script prescreve as linhas a serem faladas”.

Lieberman[3], define papel social como um conjunto de comportamentos esperados de pessoas que ocupam uma posição no sistema social.

Muito do que penso dos conceitos está no livro de Maria de Lourdes Nosella: As Belas Mentiras[4].

 

CARACTERISTICAS DOS PAPEIS SOCIAIS E SUAS ATRIBUIÇÕES:

Tomando como exemplo o papel da mãe, ela tem que garantir que o filho lhe obedece, o seu papel é direcionar e mandar no filho, por exemplo: “Vai tomar banho!...Vai para a escola!...Vai apagar a luz!...

 

ATRIBUTOS DE PAPEL:

Da mãe, do pai, do filho, etc.

Uma mulher vive vários papeis dentro da família (os alunos vão trazer várias informações sobre este papel).

A mãe tem um atributo de ser esposa do marido – dar amor ao marido, etc.

Roger Brown conceitua o Papel Social como o conjunto de normas que são estabelecidas em função dos comportamentos.

O papel social é um produto cultural antes de tudo estabelecido mais pela sociedade do que pelo indivíduo e está inteiramente relacionado com o status trazendo consigo encargos referentes ao comportamento esperado. Então o papel social assume um significado em função dos valores sociais. Isto explica porque alguns papeis são muito mais valorizados numa determinada sociedade do que em outra, que não atinge nenhum significado ou nenhuma importância, por exemplo:

O papel de mãe no kibutz, que é uma forma de coletividade comunitária israelense, as crianças vivem em comunidade e são criadas nela, por várias famílias,  deste modo o papel da mãe é diferente da sociedade do ocidente.

PECULARIEDADES DE PAPEIS NOS UNIVERSOS DE PAPEL

Exemplo: Temos mães positivas que falam muito o SIM; Temos outras que falam muito o NÃO; Entretanto este fato marca  apenas uma peculiaridade do membro de papel no caso e não do papel em si.

No entanto este NÃO vai sendo plasmado pouco a pouco na mente da criança pequena levando-a a ter um comportamento orientado para “a negação” do seu SER. O ideal será o adulto ter a criatividade de construir frases que embora positivas, levem a criança a compreender o que não deve fazer.

 

CONFLITOS DE PAPEL SOCIAL:

Quando há discrepância entre o que cada um espera dos papeis sociais, por ex: o papel de mãe e o papel de filho.

O filho não quer obedecer à mãe e a mãe quer mandar no filho.

E muitas vezes é o contrário, quando a mãe não quer mandar no filho ou se ausenta da sua responsabilidade de papel social de educar o filho, gerando a inversão dos papeis, vindo isto futuramente a trazer conflitos.

A atitude de obedecer começa em casa e ele não vai seguir as normas sociais e não vai cumprir as regras de trabalho quando for adulto, dado que esse modelo de respeito não foi aprendido no lar quando era pequeno.

 

PAPEL SOCIAL DA MULHER

PAPEL SOCIAL – NORMAS SOCIAIS

 MULHER –  PAPEL SOCIAL

    - ESPOSA -  (MARIDO) –   Amor, atenção, dedicação.

    -ESTUDANTE –  Escola, estudar, fazer estágios, obedecer  a professores.

    -MÃE -  (FILHO) –  Sustentar o filho, educar o filho, mandar no  filho, pagar a faculdade.

    -FUNCIONARIA – (EMPRESA) – Trabalhar todos os dias,obedecer horários, cumprir tarefas, obedecer às normas da empresa.

    -ALUNA DE ACADEMIA DE GINASTICA –Obedecer a horário, cumprir tarefas.

   -FILHA -  (PAIS) – Obedecer aos pais, respeitar cuidar dos pais.

   -CLUBE DE AMIGOS – Relacionar com amigos, ir a festas, a casa dos amigos.

 

PAPEL SOCIAL DE FILHO

PAPEL SOCIAL – NORMAS SOCIAIS

FILHO - PAPEL SOCIAL

-FILHO – Obedecer aos pais.

 -ALUNO (STRESS) – Obedecer as regras da escola, do professor, fazer trabalhos, fazer provas, cumprir horários.

-IRMAO – Respeitar E brincar com os irmãos.

-MEMBRO DE ACADEMIA – Obedecer as regras da academia

-AMIGO – Respeitar os amigos, participar nas festas, participar em jogos, etc.


d) Ferramentas tecnológicas mobilizadas: 

 

Serão utilizadas algumas ferramentas, entre elas digitais, que atualmente se tornam necessárias e adequadas para criar ambientes de aprendizagem mais motivadores  e eficazes para os alunos, permitindo que os professores possam tornar suas aulas mais interessantes. Motivado também pelas crianças que se fazem acompanhar de seus celulares (telemóveis, andoid) e laptops (computadores portáteis).

 

RECURSOS:

Máquinas fotográficas, celulares (telemóveis), laptops (computadores portáteis), filmadora, material didático, retratos, canetas, papeis, cartões, diversos materiais de desenho e de pintura, lápis, canetas, pinceis, guaches, sabões para impressão de gravuras, etc.

 

METODOLOGIA:

Na primeira aula ou no início das aulas semanais colocam-se as questões, depois aparecem as reflexões sobre o tema e depois a aplicação artística.

Aplicação das várias fases de trabalho.

Antes de cada tarefa, explicar bem aos alunos o que eles vão fazer.

-Falar sobre os papeis sociais;

Como é que o aluno “vê” os papeis sociais no Lar;

Quais são as suas expectativas em relação a tais papeis;

Que visão o aluno tem dos diversos papeis.

 

ORGANOGRAMA:

1 texto- uma redação sobre o lar

1 desenho

1ª AULA (Exemplo):

-Apresentação do quadro de família de cada aluno, cada um deles contextualizando a sua vida, a sua família e o seu Lar;

-O que os alunos consideram ser o Lar;

-Quais os papeis sociais, quem são os membros da família, seus amigos e a escola.

-Cada um escreve num papel e desenha os seus familiares.

A avaliação será feita após a realização de cada etapa e aí será feita a avaliação geral sobre o trabalho.

Após cada tarefa, fazer a avaliação da mesma, criando um espaço de reflexão onde sejam respeitadas as opiniões de todos, controlando os tempos das falas, de forma a que comecem a valorizar e obedecer a horários e a realizar as atividades nos tempos determinados para o efeito.

No fim de cada atividade faz-se uma roda com todos para avaliar o que acham, o que sentem, como seria melhor, desta ou de outra forma, o que aprenderam, o que contribuiu para o crescimento deles.

-Perguntando como se sentem, se foi boa a experiência, o que os marcou mais, etc.

Tudo vai sendo anotado num caderno por aquele professor que é o anotador.

Haverá um aplicador e um observador\ anotador que vai anotando o comportamento dos alunos em relação aos professores, esta pessoa dá o feedback, conduz e dirige o trabalho do professor\ aplicador, que fará as correções, escrevendo por exemplo: o Zezinho pôs a mão esquerda no ouvido, etc. marcando como o aluno se manifesta, qual a sua opinião sobre a tarefa efetuada, etc.

Existem aspetos importantes na comunicação corporal , tais como as mãos que são como vetores direcionando ao ponto de atenção da pessoa, por exemplo:

Mãos na garganta – indica angústia, um sentimento muito ruim a que se deve prestar muita atenção;

Pernas cruzadas ou fechando os órgãos genitais – estando fechado para os relacionamentos naquele assunto em que o aluno fecha as pernas.

Braços cruzados no peito – escondendo as emoções e sentimentos.

 

e) Como operacionalizar o uso das ferramentas tecnológicas: 

 

A utilização das ferramentas tecnológicas e  digitais estimularão o gosto pelo novo e pela descoberta, ao mesmo tempo que incentivarão a aprendizagem com um papel ativo na construção do seu conhecimento. Com a crescente consciencialização da importância que as novas tecnologias estão imprimindo na nossa sociedade contemporânea e importante na construção das sociedades, ajudarão as crianças a absorver da importância dos diversos papeis sociais.

            Os alunos serão convidados:

A utilizarem seus equipamentos eletrônicos e computacionais existentes na sala, bem como os que transportam consigo;

A fazer trabalhos de pesquisa na Web relacionadas com os diversos temas a tratar em cada aula;

A pesquisar e selecionar imagens, bem como imprimi-las ou reproduzi-las em desenho, ou em outras expressão artísticas;

A fazer registos fotográficos e em vídeo no decorrer dos ateliês;

A criar uma conta no Onedive, onde serão colocados todos os documentos ou imagens recolhidos, com interesse para a turma;

A fazer trabalhos de pesquisa, análise, tratamento e partilha de dados.


 

REFERÊNCIAS:


  • AMATO, Alcione Amorim Gomes. O Papel do professor de educação infantil e o processo ensino-aprendizagem de crianças inclusivas, Monografia,  Universidade de Brasília. Acesso em 20/11/2015. Disponível em:

http://bdm.bce.unb.br/bitstream/10483/3238/1/2011_AlcioneAmorimGomesAmato.pdf

 

  • BARBOSA, Ana Mae. Arte-Educação no Brasil, Realidade hoje e expectativas futuras, tradução Sofia Fan. Acesso em 20/11/2015. Disponível em:

  http://www.scielo.br/pdf/ea/v3n7/v3n7a10.pdf.

 

  • BROWN, Roger, Psicologia Social, siglo veintiuno editores, sa, México, 1974.

 

  • EDWARDS,C. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

 

  • FARIA, A.L. et all. Educação Infantil Pós-LDB: rumos e desafios. São Paulo: Autores Associados, 1999.

 

  •  FILHO, Fernando Wagner Ferreira, EDUCAÇÃO INFANTIL: AS FORMAS DE MEDIAÇÃO NA ATIVIDADE PARQUE E AS INFLUÊNCIAS NO BRINCAR DA CRIANÇA, Universidade estadual de Campinas, 2009

 

  • FREINET,C. A pedagogia do bom senso. São Paulo: Martins Fontes, 1973.

 

  • GALVÃO,H.. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Petrópolis: Vozes. 2.ª ed., 1995.

 

  • GARCIA, R.L. Em defesa da educação infantil. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

 

  • GARDNER, H. A criança pré-escolar: como pensa e como a escola pode ensiná-la. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

 

  • LAROSSA, J. O enigma da infância: ou o que vai do impossível ao verdadeiro. In Pedagogia profana: danças, piruetas e mascaradas. Porto Alegre: Contra Bando, 1998.

 

  • OLIVIER, Gabriella Chaves, A importância do brincar na Educação Infantil, Monografia, UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA – UVA, Rio de Janeiro – 2012. Acesso em 21/11/2015. Disponível em:

 http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/edinf04.pdf

 

  • PIAGET, Jean, A Construção do Real na Criança. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. 360 p.

 

  • PIAGET, Jean, A Formação do Símbolo na Criança. Imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Trad. Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.

 

  • PUCCETTI, Roberta, Articulando: arte, ensino e produção para uma educação especial, Revista Educação Especial, edição: 2005 - N° 25, Universidade Federal de Santa Maria - Centro de Educação – LAPEDOC.

 

  • ROSEMBERG, F. et all. Creches e pré-escolas no hemisfério norte. São Paulo:Cortez -FCC,1994.

 

  • VYGOTSKY, L. A formação social da mente : o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1996

 

  • ZABALZA, M. Qualidade em educação infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

 

  • A arte de contar histórias na educação infantil: QUAL O PAPEL DO PROFESSOR/ MEDIADOR? Acesso em 22/11/2015. Disponível em:

http://repositorio.ucb.br/jspui/bitstream/10869/888/1/A%20arte%20de%20contar%20hist%C3%B3rias%20na%20educa%C3%A7%C3%A3o%20infantil%203.pdf 

 

  • Arte na Escola. Acesso em 20/11/2015. Disponível em:

 http://artenaescola.org.br/planeje-sua-aula/

 

  • A Importância da Afetividade na Relação Professor/Aluno no Processo de Ensino/Aprendizagem na Educação Infantil. Acesso em 24/11/2015. Disponível em:

http://www.facsaoroque.br/novo/publicacoes/pdf/v4-n1-2013/Tagides.pdf

 

 

  • A mediação do professor e o brinquedo como suporte de aprendizado. Acesso em 27/11/2015. Disponível em:

 http://www.nivaldomossato.com.br/psicologia.php?IdPsicologia=3

 

 

 

  • O brincar e a criança: IMPLICAÇÕES DA TEORIA DE JEAN PIAGET. Acesso em 20/11/2015. Disponível em:

 http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=1188

 

http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/o-Papel-Do-Professor-No-Processo/178374.html

 

  • O papel do professor e sua mediação nos processos de elaboração do conhecimento. Acesso em 29/11/2015. Disponível em:

 http://www.conteudo.org.br/index.php/conteudo/article/viewFile/46/39

 

  • O papel do professor. Acesso em 29/11/2015. Disponível em:

http://eduq.wordpress.com/o-papel-do-professor/

 

  • O Professor frente às novas tecnologias. Acesso em 22/11/2015. Disponível em:

file:///C:/Users/Ilda/Desktop/O%20papel%20do%20professor%20frente%20às%20novas%20tecnologias%20-%20EduCarTICsJa.html

 

 

 




[1] FERRARI, Alfonso Trujillo, Fundamentos de Sociologia, São Paulo, McGRAW-Hill, Brasil, 1983.

[2] BROWN, Roger, Psicologia Social, tradução de Francisco González Aramburu & Jesús Morales, 2ª Ed., Siglo Ventuno,  Espanha, 1974.

[3] LIEBERMAN, Seymour, Social Psychology in Everyday Life,  Single, New York , 1973.

[4] NOSELLA,  Maria de Lourdes Chagas Deiró, As Belas Mentiras, A Ideologia Subjacente aos Textos Didáticos,  Moraes, São Paulo, 1980

 

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