Assombrada pelo piramidal Bloom...

Fazer estágio significava ser apresentada, inevitavelmente, a Benjamin Bloom (BB, quando as grelhas nos corriam de feição...). O terror! Aquelas grelhas, na horizontal, ainda feitas à mão, onde tínhamos de hierarquizar os domínios, tudo certinho, tudo a corresponder  - e o orientador, com olho de lince, logo a descobrir que aquele objetivo era do domínio psicomotor e estava absurdamente intrometido no domínio cognitivo... Malfadados verbos, uma estagiária a pensar que sabia verbos e afinal ali estava Bloom a arrasar a semântica verbal aprendida durante uma vida!

A falar verdade, se não fosse Bloom e o rigor do orientador (outro velho conhecido, meu professor de Latim), eu não seria hoje  tão atenta à formulação das questões, à semântica, à precisão vocabular, tão necessárias para orientar os alunos.

Tema dois - e eis que Bloom revisto e adocicado me revisita. Aliás, sou eu que o reencontro, já que o tenho visto por aí, nos blogues que sigo e no meu último vício internauta, as infografias. Abençoado Gesvin, que tudo 'infografa' (ainda lhe hei de apanhar a habilidade no Piktochart...) e sempre me vai dando as novidades!

Guardo duas versões  clarificadoras que partilho com os colegas - a infografia do Blog do Gesvin e um artigo da blogger Erika Villa. Partilharei também nos 'Favoritos'.