Tecnologias em escolas públicas brasileiras

Encontrei e partilho um estudo estudo qualitativo publicado pelo Cetic.br sobre uso de tecnologia em escolas públicas brasileiras. 

Link sobre o estudo

O vídeo apresentado nesta página é bem na linha do vídeo 1 do tema 1 do ecoimoocbr. 

Link para o vídeo

 

Comentários

  • Emilia há 814 dias

    De acordo com a materia : "...a falta de qualidade da conexão à Internet e de manutenção dos dispositivos ainda é um dos obstáculos a ser superado para a efetivação da implementação de TIC nas escolas, desafio que está estreitamente relacionado à adequação da escola às características dos programas governamentais." E digo mais Maria joão, nada mudou. Gostaria que fosse diferente #ecoimoocbrt1

  • Marcio_de_Oliveira_Monteiro há 813 dias

    Olá, Maria João

    Creio que minha amiga, Professora Emília, já explicou a essência do problema.

    O fato é que quando trabalhamos com números, a Estatística se prostitui para atender a demanda industrial e comercial necessária à economia. Fato é que quando pensamos em tecnologia nas escolas, precisaríamos classificá-las e pontuá-las de modo mais real, quiçá, mais otimista.

    Afinal, sabe-se que as escolas brasileiras sofrem com as promessas eleitoreiras, de palanque de melhoria e investimento. A tecnologia parece vir muito atrelada a um aparelho: computador. Porém, há um universo tecnológico nas escolas aos quais esta não tem dado conta de atender, a exemplo de: lousa eletrônica, softwares, TV a cabo, lousa , caneta piloto etc.

    Desse modo, falar sobre TIC nas escolas é vislumbrar algo possível mas ainda distante; é sonhar com o possível tendo a certeza de que o presente ainda não chegou. Estamos a caminho mas muito ainda nos resta fazer e isso é imperativo! 

  • Maria João Spilker há 813 dias

    Bom dia,

    Mas esta "conversa" está muito interessante. :-) 

    Focaram vários pontos que não são somente problema no Brasil, creiam.

    Para além do investimento (e sim, vejo sempre a educação como um investimento e não como um encargo) em hardware e software (*) , muitos esquecem da infra-estrutura necessária (de que serve computadores de última gama, se a internet a do tipo "conta-gotas"?) e também o serviço de suporte informático e futuros investimento para repôr material estragado, atualização, etc.

    Mas algo que me parece de extrema importância: é necessário dar apoio aos professores. Competências digitais dos professores engloba não somente dominar software e hardware. Engloba sobretudo saber trabalhar com as ferramenas de uma forma pedagógica e didática. Como adquirir essas competências? E quando? É dado aos professionais desta área espaço, físico e temporal, para desenvolver e consolidar competências? 

    Tenho tantas questões. Desculpem. É a minha forma de pensar enquanto escrevo.

    []s MJoão

     

    (*) Sem querer abrir aqui uma caixa da pandorra, podemos pensar também em cortar em custos adotando software livre, o que não significa a custo zero, mas isto é um outro tema.

  • Emilia há 811 dias

    O "Como" e o "quando" adquirir essas competências, estão aqui e agora . Particularmente não terei a mesma visão que tinha antes. Não sei se entendi muito bem a questão do espaço físico e temporal, para desenvolver e consolidar competências. Mas gostaria de ser corrigida se estiver errada, o meu espaço físico é minha casa , nas minhas folgas e o tempo eu faço #ecoimcbrt1

  • Maria João Spilker há 811 dias

    Olá,

    Sim, era mesmo esse o sentido da minha provocação. Penso que ALV (aprendizagem ao longo da vida) é algo que deve estar profundamente enraizado em todos os profissionais, mas sobretudo, aos profissionais da área da educação.

    Emília, tem a possibilidade de definir o seu espaço físico e temporal, mas será que todos os colegas de curso têm essa mesma possibilidade? Eu, por exemplo (sentindo-me privilegiada :-) , tenho acesso a uma internet estável e de qualidade, tenho um computador pessoal a funcionar e que é só meu ;-), mas não posso pressupor que todos os colegas tenham as mesmas condições. 

    O que, por vezes, sinto falta em programas de "modernização da educação" é do apoio à formação contínua dos professores. Um pouco como mandarem alguém para dentro da piscina (dar computador) e dizer "nade agora" (utilize na sua aula). Mas não dão espaço físico, nem temporal para que todos possam aprender a trabalhar com ferramentas poderosas.

    E sim, este curso é uma oportunidade (eu a "puxar o rabo à minha sardinha" ;-) ) para que possam ser adquiridos conhecimentos, mas sobretudo desenvolvidas competências (digitais). 

    E, importante, de um forma inclusiva. Para alguns dos participantes é a primeira vez que fazem um curso online. Os passos que deram na ambientação foram, nesses casos, passos de gigante. 

    Isto sou eu, novamente a divagar. Desculpem.

    []s MJoão

  • Emilia há 811 dias

    Meu espaço físico é um quarto que separei para estudos e divido com meu filho, um notebook só meu,  internet (10 megas). Trabalho em 2 escolas públicas , tenho as tardes livres e algumas noites.

    Na verdade quando recebemos nossos primeiros notebooks do governo, tivemos alguns cursos de capacitação básica. Sempre que tenho oportunidade participo de curso oferecidos a nós  professores. Mas ainda não tinha  participado de um como este .

    Interessante "puxar o rabo à minha sardinha", aqui dizemos : "puxar sardinha para minha lata". 

    Posso notar que você sente muito orgulho do que faz. É muito atenciosa com todos. #ecoimoocbrt1

     


  • Maria João Spilker há 811 dias

    Olá,

    Estou a rir muito por aqui. A estas horas eu já não deveria escrever algo. :-)

    A expressão deveria ser antes "puxar a brasa à minha sardinha". :-) Mas penso que o sentido é esse mesmo "puxar sardinha para minha lata".

    Uma boa noite para tod@s,

    MJoão