O que a internet faz com o nosso cérebro

Assistindo o vídeo, refleti sobre a questão da informação e sua velocidade e os sentidos produzidos por ela. O volume de informações em número de acessos e em grandes quantidades que estão ao alcance de alguns é intenso e potencializado por outros dispositivos que interajem com a informação inicial. Essa velocidade exponencial de mensagens e informações, a meu ver, pode ser comparada a um tempo curto (instantâneo), onde o internauta não dispõe de outro tempo para digerir, refletir, discutir, produzir sentidos a partir daquilo que leu, visualizou, interagiu.

Para produzir sentidos (conhecimentos) o internauta precisa de um outro tempo para que possa assimiliar esses sentidos e reconstruí-lo em outro local e tempo diferentes. A esse tempo parece-me oportuno denominar tempo longo, no qual aquilo que foi divulgado, informado possa fazer sentido e transformar aquilo a informação em formação.