Pedagogias do sec. XXI

Talvez o último post meu neste curso. A conversa  começou pela aprendizagem via dispositivos móveis  e tocou a omnipresença e o empowerment dos alunos. Agora a Lígia colocou nos favoritos um link sobre Jacques Rancière. Isso levou-me a uma apresentação do Prof. Figueiredo. Obrigada pela "viagem" e pela reflexão. 

Aqui fica o link para a apresentação: Pedagogias para o Século XXI?

Comentem! 


Comentários

  • Emilia há 765 dias

    Maria João,

    Achei interessante na apresentação Pedagogias Para o Século XXI  a expressão “jovens nem-nem” (não conhecia esta expressão) Temos um grande problema no Brasil com relação a estes jovens NEM-NEM (não estudam e nem trabalham),  muitos  não trabalham por que nossas Leis não permitem, o que leva as empresas a não contratarem parte desses jovens já que são penalizadas e podem até ter seu empreendimento fechado por que a fiscalização é forte. E a maioria quando atinge a idade permitida por lei para trabalhar já naõ querem mais, pois estão morando com os pais, que é muito mais cômodo. Os fatores da maioria não estudar, são muitos(não entrarei em detalhes, pois é muito longo).

    Existe um distancia grande entre  o que o mercado de trabalho pede e as instituições de ensino oferecem . Quando um recrutador entrevista um futuro empregado não lhe interessa o que ele sabe, mas sim o que ele sabe fazer .

    Uma frase célebre do sociólogo alemão Georg Simmel (1858-1918) diz que o “culto” não é o indivíduo que sabe tudo, mas sim aquele que sabe onde consultar aquilo que não sabe. Isto também é  aplicável ao mundo da tecnologia

    Antigamente quem dominasse algumas funções do Excel era considerado um  profissional diferenciado pelo mercado de trabalho.

    Hoje, nem dominando todo o pacote Office chega a impressionar um recrutador – e quem não conhece  as planilhas da Microsoft pode sofrer para executar as tarefas mais básicas do dia a dia.

    O mesmo pode ser dito sobre outras habilidades ligadas a tecnologia que ainda são consideradas “avançadas demais” para quem não trabalha diretamente com TI.

    Segundo Max Bavaresco, sócio-diretor da Sonne Branding, as barreiras entre os mundos virtual e físico, online e offline, estão se tornando rarefeitas. Resultado: profissionais de áreas tão distintas quanto vendas, RH ou saúde precisarão adquirir conhecimentos cada vez mais profundos de tecnologia para desempenhar suas funções. (exame.abril.com.br)

    Gosto muito da expressão RECICLAR CONHECIMENTO(se atualizar). Profissional estagnado é um  profissional sem objetivos, sem metas. Para muitos a busca por conhecimento, vida profissional e pessoal não é uma tarefa fácil.

    É importante que aproveitemos  as oportunidades que as empresa oferecem, como: treinamentos, workshop e palestras, cursos à distância (estamos hoje aqui neste curso para isso, não é ?). Me recuso a  me tornar uma professora obsoleta. E não serei.#ecoimoocbrt3

  • Maria João Spilker há 765 dias

    Emília,

    O seu comentário é um muito bom resumo do curso. Somos professores/formadores no momento em que não deixamos de ter fome de "reciclar conhecimentos" e de adquirir novas competências. Creio que uma das principais caraterísticas de Educadores é a constante procura e aprendizagem. 

    Não posso, contudo, deixar de sublinhar que temos também muitos condicionalismos. Podemos até querer e a Internet oferece-nos 1001 alternativas para uma constante atualização, mas temos também obstáculos pessoais e familiares (Quantos MOOCs eu gostaria de cursar? Muitos. Mas o meu dia continua a ter 24 horas, mesmo que eu tente priorizar e esticar a agenda). E temos algumas condicionantes. Pensar "out of the box" é crucial, mas pensar "in the box" é por vezes tão mais importante. O que quero dizer: tentar fazer com a prata da casa (expressão existente no Brasil?) os impossíveis. Creio que muitos dos participantes deste MOOC estão precisamente a tal fazer. Uma grande vénia.

    []s MJoão

  • Emilia há 765 dias

    Sim a expressão existe no Brasil