100 maneiras de usar o Facebook

Comentários

  • Ribães há 1692 dias

    Mesmo assim, os alunos não estão mais inteligentes nem mais sabedores dos que da nossa geração, nem os professores (ao que parece, pelos insuficientes resultados alcançados) estão mais musculados para poderem ensinar de forma mais produtiva (andam perdidos?!). Uma das causas, entre outras, prende-se com a falta de construção dos saberes, ou seja, falta-lhes tempo para saber refletir sobre as coisas, já que não receberam instrução para saberem como é que elas se criam ou foram criadas. O que vai em linha de pensamento com o último estudo norte-americano, em sabermos se o Homem está mais ou menos inteligente ou mais ou menos produtivo. E a resposta, por mais paradigmática ou estranha que possa parecer, encontra-se factualizada pela redundância de um Não. E seguimos em frente ... dizendo ... que ...

    De vez em quando, dá-nos na "bitola" um reflexo de que há qualquer coisa nisto tudo que não está a funcionar bem. Logo a começar por Zuckerberg e o seu facebook (a título de exemplo, já que Hélder assim o "puxou"). Como é possivel que milhões de pessoas por todo o mundo, possam andar atrás de um egocêntrico a enviar likes e dislikes aos outros como se não houvesse mais nada para tratar? Serão elas mais egocêntricas do que aquele? Serão elas umas loucas? ou Estupidas ao mesmo tempo? Há qualquer coisa que no futuro, nós - Homens, iremos pagar extremamente caro por estas nossas ações dos novos Copernicos tecnológicos dos tempos atuais ou novas eras, não as pré-históricas de Lévy (citadas por Edilson neste curso) mas alguma coisa já dimensionada e situada numa Nova Realidade, Numa Nova Dimensão, Num Novo Paradigma. A esta "Era" catalogamo-la de Era da Máquina, onde esta domina o Homem e onde este sofre percas substanciais do seu Plano Humano e Humanizador e da sua Personalidade conforme ela hoje pode ser intelectualizada. O Homem passará então a ser entendido ou visto como um Software e não como pessoa Humana.

    Obrigado. Fiquem bem.

  • Artur Coelho há 1692 dias

    podes filosofar com toques neo-hippies enquanto lamentas o esquecimento de uma era dourada que de facto nunca exisitiu (vai ler dickens, por exemplo, para saberes quão boa e justa era a vida no século XIX), mas nos laboratórios de investigação e startups o futuro inventa-se todos os dias. o grande desafio, talvez o maior da história da humanidade (até surgir outro) é não deixar que a automatização, robótica, big data e inteligência artificial se tornem armas económicas que irão excluir grande parte da humanidade. é algo que já está a acontecer, basta ver o exemplo da uber e outras turking companies (vem de mechanical turk, e isso é toda uma outra história que não perdem nada a ir descobrir). ao pé destas a predação dos dados pessoais para vender anúncios das redes sociais é inofensiva.

  • Ribães há 1691 dias

    Os nossos tempos estão muito avançados - dizem alguns.

    Outrossim, estão sempre a dizer que estamos sempre a começar desde o inicio.

    Ópera - dizem uns. Barba Azul - dizem outros.