Boas Festas para todos

Boas Festas para todos

Boas Festas para todos

Por Ribães há 1814 dias

Um Milagre Chamado NATAL

Vivemos uma época de sentimento, de alegria e Amor,

Se por acaso um dia nós tivermos sentimentos

Diferentes um do outro, isso não é suficiente para

Um dia deixarmos de nos falar...
Pois, estes momentos são realmente especiais,

São os Milagres do Natal.

A amizade e o Amor são certamente

Uns dos mais fortes e mais intensos pulsares das nossas Vidas …

Vidas sem catálogo, simplesmente Vidas

Que a maior parte das vezes escondemos e negamos aos outros

Sem qualquer razão ou com razões distorcidas

De não queremos aceitar os outros na sua diferença,

Na sua agradável presença de presenciarmos a sua Existência.

Mas, enquanto houver amizade e Amor,
Olharemos sempre uns para os outros

E, faremos sempre as pazes de novo …

Por muito que nos custe, pois só assim é que estamos Bem!

Connosco e com os outros … neste simples Milagre!
Mesmo que um dia o tempo passe...

No seu solitário pulsar
Se a amizade e Amor permanecerem,
Iremos sempre nos lembrar um do outro …
E se qualquer dia nos afastarmos,

Pelos trajectos diferenciados das nossas Vidas...
Se formos amigos de verdade,
A amizade e o Amor simplesmente nos reaproximará,

A troco de nenhum pedido, na sua forma pura da nossa existência.

E se um dia não mais andarmos por estas paragens...
Se ainda sobrar amizade e Amor,
ReNasceremos de novo, um para o outro... ainda mais fortes … e felizes

No nosso Milagre de Natal
Pode ser que um dia penses que tudo acabe...

Relaxa e não te preocupes …
Pois tenho a certeza que

Com a força da amizade e do Amor construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente e mais inteligente,
E tornaremos único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

“Há duas formas para vivermos as nossas vidas:
Uma é acreditar que não existem milagres.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre”…

Um Milagre Chamado NATAL!

 

                                                                                                                                                                              Luís Filipe Ribães Monteiro

Amarante, 20/12/2004