Aprendizagem Colaborativa no Ensino a Distância - Análise da Distância Transacional

O que se observa, do ponto de vista da definição de diálogo de Moore (1993), é uma busca da redução da Distância Transacional, considerando a forma de troca de informações e de idéias entre participantes. Do ponto de vista da relação diálogo e estrutura, os alunos reconhecem a necessidade de ‘algo que force' a interação, para evitar a perda da motivação provocada pela grande liberdade e flexibilidade do programa. Os alunos mais dependentes sentem que um programa mais estruturado e com mais atividades de interação e diálogo é mais eficiente para o aprendizado. Quando o programa é flexível demais, os alunos menos autônomos sentem-se desestimulados por depender do diálogo com o outro para superar sua insegurança (quando a questão é de atitude) ou para suprir lacunas de seu conhecimento (quando a falta de autonomia é causada por insuficiente conhecimento na área).